Quando se fala de proteína vegetal, a soja possui excelentes números. Além de conter vitaminas (A, B, C, D e E), fibras e sais minerais, ela é uma rica fonte de Ferro, Cobre, Cálcio, Magnésio, Zinco, Manganês, Fósforo, Potássio, Enxofre + ácido fólico e ligeiros vestígios de carboidratos, tornando-a recomendável aos diabéticos.
Esses argumentos já seriam suficientes para convencer qualquer um da qualidade da proteína de soja. Mas por incrível que pareça, tem gente que não se convence. Se você é uma dessas pessoas que ainda não acredita nas qualidades da proteína de soja, dê uma olhada nas principais diferenças entre a carne vermelha e a proteína de soja:
A carne vermelha é um produto muito vulnerável. Além da deficiência de higiene no seu processo de produção, a má conservação e o congelamento e descongelamento inadequados podem levar a uma contaminação.
Os hormônios, antibióticos, vacinas e medicamentos utilizados no animal permanecem na carne e são ingeridas pelo homem.
No momento do abate, o animal libera uma grande quantidade de adrenalina que fica retida nos músculos transformando-se em toxinas.
O alto teor de gorduras e o tipo de proteína contidos na carne fazem com que a digestão seja muito dificultada e demorada (de 6 a 8 horas).
A combinação de carne vermelha com a falta de atividade física origina uma sobrecarga para os rins.
O consumo regular da carne vermelha, gera um excesso de gordura saturada no sangue e, com o passar dos anos, entope as artérias e intoxica a corrente sanguínea, o que poderá levar ao derrame cerebral, dentre outras patologias circulatórias.
Viu só? Está esperando o que para mudar os seus hábitos e colocar mais qualidade de vida no seu dia-a-dia?
Fonte: www.informenews.com